quase toda parte do mundo que participaram, discutiram propostas,
e que têm meios alternativos de trabalho, cooperativas, na
cidade e no campo, gente que dedica a vida por propostas alternativas,
na defesa da vida. E aí eles partilharam propostas . Coisa
muito bonita ,esse outro encontro , mais escondido , que não
apareceu tanto na mídia, essa mística que existe
aí. De pessoas que participam e acreditam num outro mundo,
melhor para se viver.
E isso tem que prevalecer; nós não
podemos nos render e dizer: não tem alternativa, tem que
ser assim. E acho que a gente só pode construir um mundo
melhor se tem alternativas.
Sobre um diálogo entre o Fórum de Davos e o Forum Social, eu acho
que não existe um diálogo. O Presidente Lula tenta fazer isso.
Ele participou do Forum social e no mesmo dia viajou para Davos, e ele foi aplaudido,
um pouco vaiado; e ele tenta ser o porta voz deste Forum de Davos.
O certo seria
haver uma preocupação dos grandes governantes com as proposta que
o Forum Social apresenta. Mas não é fácil, porque o interesse
dos grandes no Forum de Davos é econômico, e aqui os interesses
são das comunidades, dos países pobres.
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Amigos do verbo: O Sr. Está em
S.J. dos Pinhais hoje, numa Ordenação Sacerdotal. Como
está a Congregação do Verbo Divino? Tem aumentado
os missionários no Brasil?
Pe. Ademar: De certa
maneira os vocacionados se mantêm.Os candidatos a vida religiosa na Congregação
se mantêm equilibrado.Eu já estou a vários anos na formação
e os números estão aí: 25, 30 vocacionados, isso depende.
Agora o rosto da Congregação mudou muito no Brasil. Hoje há muitos
orientais, asiáticos, Indonésia, India , estão bastante
fortes no Brasil. Isso é bom.
O rosto da Congregação é internacional.
Muitos nossos estão saindo, e outros vêm para cá. Eu acho
que essa é uma grande contribuição que ás vezes
não temos reparado no Verbo Divino. Que esse trabalho das diversas culturas,
onde eles trazem outros valores para cá e nós levamos outros
valores para fora, é uma maneira de aproximar os povos. Respeitando
e valorizando as diferentes culturas que eistem. Fazer esse diálogo
entre as culturas. Que é uma das preocupações que a Congregação
hoje tem. Acho que esse rosto diversificado, internacional da Congregação
está crescendo e eu acho que nós temos que aproveitar isso principalmente
no Terceiro Mundo, dos mais probres.
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