Com satisfação aceitamos e agradecemos o convite para
participar do II CONGRESSO VERBITA BRASILEIRO, em Santa Izabel, ES,
em julho de 2005, num momento de muita apreensão por parte
dos leigos diante da realidade que estamos vivendo.
Animados pela ousadia
verbita na busca de um novo jeito de ser Igreja, procurando a renovação
e responder às demandas
dos tempos atuais e marcados pelo individualismo e neoliberalismo.
Estamos participando ativamente e procurando experimentar os momentos
ricos
de espiritualidade, livre nas formas e enraizada no conteúdo,
que estão sendo proporcionados.
Inspirados nas comunidades de Atos, que nos oferecem pistas de vida
comunitária, na reflexão, na preocupação
com os mais necessitados, na partilha, na oração e
a exemplo daquela comunidade somos desafiados a levar a mensagem
cristã àqueles que dela necessitam, inculturados na
missão.
Somos pessoas de realidades, expectativas e relações
diferenciadas com a SVD:
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- Ligados às Paróquias, onde o verbita não
pode prescindir do trabalho do leigo, muitas vezes numa relação
de tensão;
- Profissionais com vínculo empregatício; muitos com forte identificação
com a Instituição e dão ou deram o melhor de suas vidas
com dedicação e comprometimento;
- Trabalho voluntário: aqueles que perceberam ou percebem que determinadas
ações e projetos valem a pena e a eles dedicam suas vidas;
- Egressos da SVD: ligados pela formação verbita, identificados
pelo carisma da Congregação. Muitos, não sabemos onde estão,
o que fazem e como vivem.
Fincar as estacas, esticar as cordas, ampliar a tenda exige um esforço
conjunto dos que comungam do carisma verbita: religiosos e leigos.
O discurso já existe, práticas aqui e acolá, mas são
trabalhos eventuais.
Sabemos do desejo, mas não conhecemos onde estão as pedras a nos
indicar os caminhos.
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